Não sou um grande especialista em cinema e a frase que dá o título a este post não é minha... Mas já tinha avisado!!
Gostei do que vi e o que diz este senhor é o que podem esperar do filme (para quem ainda não o viu).
Vale a pena. Recomendo.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Aula nº 4
Bastantes eram as “lições” que corriam sobre António Oliveira Salazar (o Grande Português), sobretudo nos primeiros tempos, em que a sua preocupação de poupança tinha impressionado o Povo.
Eis, pois, algumas dessas “lições”:
1)
- Pergunta a Salazar: "Dois e dois, quantos são?".
- Resposta: "Sendo para pagar, são 4. Mas para receber, são 22!".
2)
- Senhor presidente, "Hoje não apanhei o eléctrico, vim a correr atrás dele e poupei oito tostões" - disse o funcionário público, um contínuo, a querer agradar a Oliveira Salazar ao entrar no seu gabinete no Ministério das Finanças.
- O ditador respondeu de imediato: "Fez bem, mas se viesse atrás de um táxi teria feito melhor, porque poupava vinte escudos e chegava mais cedo".
3)
- Na ementa de um restaurante, figurava "Bacalhau à Salazar"; perguntou o cliente como era;
- Resposta: "É parecido com Bacalhau à Gomes de Sá, só que com muito pouco bacalhau".
[Via Correio da Manhã e Salazar-Uma vida ao serviço da Nação]
Eis, pois, algumas dessas “lições”:
1)
- Pergunta a Salazar: "Dois e dois, quantos são?".
- Resposta: "Sendo para pagar, são 4. Mas para receber, são 22!".
2)
- Senhor presidente, "Hoje não apanhei o eléctrico, vim a correr atrás dele e poupei oito tostões" - disse o funcionário público, um contínuo, a querer agradar a Oliveira Salazar ao entrar no seu gabinete no Ministério das Finanças.
- O ditador respondeu de imediato: "Fez bem, mas se viesse atrás de um táxi teria feito melhor, porque poupava vinte escudos e chegava mais cedo".
3)
- Na ementa de um restaurante, figurava "Bacalhau à Salazar"; perguntou o cliente como era;
- Resposta: "É parecido com Bacalhau à Gomes de Sá, só que com muito pouco bacalhau".
[Via Correio da Manhã e Salazar-Uma vida ao serviço da Nação]
Aula nº 3
Manuela Ferreira Leite pergunta: “Como foi possível o Governo ter conduzido o país a um ponto tal que tornou inevitável este tratamento?"
Sócrates responde: “O estado não pode continuar a gastar como até aqui!”
Sócrates responde: “O estado não pode continuar a gastar como até aqui!”
Aula nº 2
Eis algumas respostas lançadas hoje na AR por Manuela Ferreira Leite:
Resposta ao PCP - “Quem manda, é quem paga! É aquilo que o senhor faz lá em casa aos seus filhos! Enquanto estiveres cá em casa, mando eu!”…. “Ó senhor deputado, se não o faz, devia fazer, que porque era um bom sistema de educação para os seus filhos.”
Resposta ao BE - “Vamos imaginar que o Sr. Deputado Francisco Louça era eleito e que ia ser 1º Ministro. Ninguém tem dúvidas que o Sr. ou apresentava um esquema algo recessivo porque sempre as intervenções do controlo da economia são recessivas, ou então no dia seguinte era a bancarrota deste país”… "E, portanto, Sr. deputado, não queremos imaginar o senhor deputado a primeiro-ministro"!
Resposta ao PS - "Se o senhor deputado tem algum problema com o PSD, alguma desconfiança, alguma falta de crença no PSD não o diga publicamente, senhor deputado, finja, finja que estamos todos muito amigos".
Outra resposta ao PS – "Estão há quatro anos e meio com maioria absoluta, tinham mais do que a obrigação de ter resolvido o problema"…"É preciso dizer às pessoas que a crise vai levar vários anos a ser solucionada e que o PSD, se Deus quiser, há de lá chegar, ainda sem a solução toda feita. E não pode ser por culpa nossa. Estamos a tratar um doente que os senhores quase mataram!”
Resta-me dizer que é com muita pena minha que não tenham havido discursos com esta qualidade quando era Presidente do Partido.
Resposta ao PCP - “Quem manda, é quem paga! É aquilo que o senhor faz lá em casa aos seus filhos! Enquanto estiveres cá em casa, mando eu!”…. “Ó senhor deputado, se não o faz, devia fazer, que porque era um bom sistema de educação para os seus filhos.”
Resposta ao BE - “Vamos imaginar que o Sr. Deputado Francisco Louça era eleito e que ia ser 1º Ministro. Ninguém tem dúvidas que o Sr. ou apresentava um esquema algo recessivo porque sempre as intervenções do controlo da economia são recessivas, ou então no dia seguinte era a bancarrota deste país”… "E, portanto, Sr. deputado, não queremos imaginar o senhor deputado a primeiro-ministro"!
Resposta ao PS - "Se o senhor deputado tem algum problema com o PSD, alguma desconfiança, alguma falta de crença no PSD não o diga publicamente, senhor deputado, finja, finja que estamos todos muito amigos".
Outra resposta ao PS – "Estão há quatro anos e meio com maioria absoluta, tinham mais do que a obrigação de ter resolvido o problema"…"É preciso dizer às pessoas que a crise vai levar vários anos a ser solucionada e que o PSD, se Deus quiser, há de lá chegar, ainda sem a solução toda feita. E não pode ser por culpa nossa. Estamos a tratar um doente que os senhores quase mataram!”
Resta-me dizer que é com muita pena minha que não tenham havido discursos com esta qualidade quando era Presidente do Partido.
stay hungry, stay foolish
a-mentira e/ou o seu departamento de "emoções bué fortes", não se responsabilizam se deixares o teu curso, abandonares a tua mulher, abandonares o teu homem ou fugires de casa.
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