sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Separados à nascença (II)

Já o ano passado, havia quem dizia que o Pedro Quinaz era o dr. financeiro do Facebook.
Esta malta da Guarda não perdoa. Uma dia ainda vão vir charters para a nossa Hollyhood portuguesa.

Separados à nascença

Dizem por aí que anda por aí um gajo que é igual ao nosso Felipe da Guarda, mas eu não vejo séries.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Always seems to me. You only see what coca cola want you to see

E um brinde ao optimismo e ao positivismo!

Feliz ano 2012 com coca-cola (sim, essa marca filha da puta de progressistas do caralho da revolução que vos foda a todos que representa o capitalismo americano, o neoliberalismo, o consumismo, e todas essas merdas que são de direita que acabam em ismo)

Em inglês


Em português

sábado, 24 de dezembro de 2011

um Feliz Natal

pinheiros

Aquela mata era uma espécie de orfanato, ninguém sabia de onde nascera, ninguém sabia porque nascera e diga-se, ninguém se importava por saber. Eram só dezenas de pinheiros ensimesmados, com a ideia fixa de terem existido juntos desde sempre. Unia-os a preserverança de em cada dia do ano trabalharem para um fim. Queriam chegar ao céu. Lutavam por cada centímetro que lhes oferecesse proximidade. Estavam tão perto, bastava crescer. À noite assustava-os reparar que o céu desaparecia, e nem por isso deixavam de se empenhar por subir. Sabiam que o sol havia de devolver esse céu pela manhã. Se chegava o vento pronto a deter o processo, os pinheiros não se queixavam, ás vezes até dançavam em tom de gozo.

Uma tarde de dezembro veio um homem. Tinha um machado. Cortou um pinheiro para enfeitar com luzes, bolas e muitas cores. Arrastou-o pelo meio das dezenas de outros pinheiros que em murmuravam, tu já não chegas ao céu.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011