sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Como é que é Possível?

Ok, esta impressionou-me. Como é que isto acontece?

Primeiro a mãe, que ainda estou para saber de onde veio aquela distracção quando o carrinho estava VISIVELMENTE a ir-se embora...E depois a criancinha que fintou a morte assim! Esta não morre tão cedo...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

E a grande aposta de Portugal nos Olímpicos do Rio de Janeiro é...



Quando todos julgavam que política de verdade era algo trabalhoso, com barreiras pelo caminho e uma meta algo difícil de alcançar, eis que João Deus Pinheiro surpreende os mais optimistas e cala os mais cépticos dizendo: "Hum, em meia-hora eu faço essa me$%# toda."

Uma marca difícil de bater.

(desconhem-se os motivos pessoais a que só a pessoa em causa dizem respeito e que levaram à ocorrência "bizarra")

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

NEW YORK, NEW YORK

O Museu Guggenheim de Nova Iorque está a promover um concurso internacional de design a que chamou shelter competition. De cerca de 600 projectos de 68 países adivinhem quem chegou ao top 10? Isso mesmo, um portuguezito! O arquitecto portugues David mares inspirou-se na tão conhecida cortiça para criar o seu abrigo, e a verdade é que com ela se mantém agora no segundo lugar das votações, só ultrapassado pela solução filipina.

Por isso, e para bem dos produtos nacionais, acedam à página e vejam o trabalhito do nosso arquitecto!
o que é nacional...é bom!


Acedam ao site do concurso - http://www.guggenheim.org/new-york/education/sackler-center/design-it-shelter/vote-for-shelters

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Malditos estudos radicais extremistas, quase criminosos

Existe um estudo, da autoria de um grupo de trabalho indicado pelo Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, onde se defende uma tributação de 20% aos ganhos na bolsa. Onde se critica a extinção do imposto sucessório (extinção com créditos para Paulo Portas). Onde, ao invés de se colocar na prateleira do radical, do absurdo e do impensável, se encara a questão do imposto das grandes fortunas como um tema de debate.
E existe um estudo acerca do qual o CDS comenta dizendo que "saúda coincidência entre relatório de peritos com propostas fiscais do partido".
Porquê este post?
É que o estudo é mesmo...
(óbvio que os pontos citados nas coincidências encontradas pelo CDS não se referem às situações que referi... situações essas que, no entanto, estão lá, apesar de terem fugido às avaliações do partido popular.)

Pegando no primeiro comentário da Kay =)


...Catalogar as autarquias de nicho de favorecimentos ou centro de trabalho de chegados aos autarcas, pode ser, um tanto ao quanto generalista e de mau tom. No entanto, o estereótipo sobrevive, e não nego que pese no facto de não gostar de autarquias. Reconheço-lhes o valor. Sei que desempenham um importante papel no que é uma política de proximidade e chego a acreditar que o seu trabalho pareça mais flagrante e visível, no quotidiano, do que é o impacto da própria Assembleia de República... E é este lado-a-lado com a vida de cada dia, que leva também, no meu entender, a que o voto para os órgãos de uma freguesia, de uma assembleia municipal ou uma câmara, seja maioritariamente com base na pessoa e não tanto tendo em conta as ideias, mais na cara do que nos projectos, o que me leva mesmo a questionar a importância do papel do partido político, comparado à simpatia do autarca.
Introdução feita, e contextualizado o feitio com que encaro a coisa, vamos lá ver o que foi este fecho de ano eleitoral.
Mais votos para o PS, mais câmaras para o PSD e se tivesse que levantar um braço ao vencedor, apontaria o PS.
Nem sempre os que eram esperados são vistos de novo no poder... Tive pena de Beja e do que era um bastião comunista desde o 25 de Abril, sendo que, a juntar a três outras câmaras, a CDU derrapou em relação há quatro anos... Depois temos outro tema, que encaro com igual, ou acrescida, pena: a eleição de Isaltino Morais e Valentim Loureiro. Ambos condenados (não arguidos), ambos com recurso pedido, ambos com recurso aceite. Se o povo os escolhe, quem somos nós, estrangeiros, para por em causa a sua vontade democrática? Tudo bem... no entanto tenho pena que indício de corrupção não derrubem os seus actores sendo que, é importante lembrar, estes conseguiram fazer-se rodear de pretextos para serem condenados, apesar de, posteriormente, terem conseguido a artimanha de quebrar a condenação... E saliento o foram condenados...
Em Lisboa, Costa ganhou, com maioria, trespassando o orgulho do menino guerreiro (se é que o tem) e deixando no tapete, por KO, PSD-CDS-PPM-MPT. O Bloco de Esquerda, talvez tenha colhido os frutos do que foi (ou de como foi) o divórcio com Sá Fernandes. Perdeu, sim.
Porto deu PSD-CDS, e Rio riu (eheh, há trocadilhos que um homem sonha toda a vida por num blog).
Na bela Guarda, o PSD saiu dizimado, tendo a última pétala gritado um 'mal-me-quer', a Crespo de Carvalho. Joaquim Valente levou a maioria.
O mapa encontra-se claramente polarizado, entre PSD e PS, com uns condimentos apenas de CDU. No CDS, peca o solitário Paulo Portas por não lhe ser concedida permissão de se candidatar a 300 e tal autarquias simultaneamente e Bloco, não é, ainda, nome a aclamar em termos de autárquicas. A sua juventude não lhe permite imposição. Não lhe dá caras, não lhe dá barões autárquicos, não lhe dá, ainda, os rostos simpáticos e amigáveis entranhados na cultura de café ou barbeiro de um município ou freguesia. Porque, e como disse, tendo a acreditar que em autárquicas se vota mais em pessoas do que em ideias e, se assim não fosse, Salvaterra de Magos possivelmente não seria única.
De resto, destaque amoroso para Teresa Lopes, que com 97 anos foi candidata à Assembleia de Freguesia de Vila Franca da Beira.
Ficamos ainda à espera de um resumo (realmente) oficial...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Pré Comentário (deixo o oficial para o Fernando)

Posso ser eu primeiro? Sempre se dá prioridade as senhoras...
bem, então as eleições. Aqueles que eram esperados cá estão outra vez no poder. O já esperado Rui Rio, o sempre Mesquita em Braga, António Costa por Lisboa. Nada de novo até aqui. Ah, e claro, Felgueiras fora.
Muito honestamente estava à espera de ver resultados ligeiramente diferentes, talvez uma recaídinha da força do PS, talvez mais um pouco de PSD.
Por outro lado não vejo tanto autarquicas como uma questão de partidos, penso vir mais da boa ou má escolha desses representantes. Veja-se por exemplo o caso das grandes cidades, PSD tentando roubar Lisboa e PS o Porto. Para mim é óbvio que Santana nunca o conseguiria fazer e que Elisa Ferreira também não. Como disse, uma questão da escolha certa que, nestes casos, não foi feita.
Eleições passadas julgo haver poucas conclusões a tirar:
1. Que o PSD precisa de reformular estratégia, SIM
2. Que o PS não pode de todo descansar a sombra da bananeira, SIM
3. Que o Bloco até vingou mas ainda tem muito que lutar, Também

o resto, bem, os próximos 4 anos o dirão.